Ex.: O retrabalho na montagem final está em 12% das unidades (jan–jun), acima da meta interna de 5%. Concentra-se no posto de fixação e gera horas extras e atraso de entrega.
Ex.: Apontamentos diários jan–jun: média 12% (9%–15%). Pareto: 70% dos casos = parafuso frouxo, concentrado no 2º turno.
Ex.: Reduzir o retrabalho da montagem final de 12% para 5% até 30/nov.
| Causa potencial | Evidência (dado / Gemba / teste) | Causa-raiz? |
|---|---|---|
| Ex.: parafusadeira sem plano de calibração | medição: 30% abaixo do torque mínimo | SIM |
| O quê | Causa que ataca | Quem | Quando |
|---|---|---|---|
| Ex.: plano de calibração quinzenal | parafusadeira descalibrada | ||
Ex.: 3/3 ações concluídas no prazo; trava de torque adaptada (torquímetro de estalo na máquina antiga); 8 montadores treinados nos dois turnos, com registro.
| Indicador | Antes (linha de ref.) | Depois | Meta atingida? |
|---|---|---|---|
| Ex.: taxa de retrabalho | 12% | 4,6% | SIM (meta 5%) |
Ganho apurado (indicador e R$/ano) · efeitos colaterais verificados. Ex.: −7,4 p.p. ≈ R$ 102 mil/ano; sem efeito no tempo de ciclo.
Ex.: POP de aperto publicado e rotina treinada; retrabalho no quadro de gestão à vista (dono: líder da linha); reação: >6% num dia → recalibrar e checar lote; próximo giro: 2º item do Pareto.
O A3 conta uma história em que cada bloco sustenta o seguinte: problema com fatos → dados → meta → causa comprovada → ação que ataca a causa → execução com evidência → resultado verificado → padrão que sustenta. Se algum bloco não conversa com o anterior, volte uma casa — é o método se protegendo do achismo.